
A história
A Xanadu nasceu em um sítio catarinense cortado por sete nascentes. A água atravessa o cultivar, o alambique e a padronização. Sem ela, não haveria cachaça — e não haveria a lenda de um lugar onde tudo é perfeito.
Empresa registrada no Ministério da Agricultura, com uma das estruturas fabris de cachaça artesanal de alambique mais cuidadosas da região. Cento e sessenta mil litros envelhecem agora mesmo, por seis, oito, dez e quinze anos. Os barris mais antigos foram lacrados pelos fiscais federais.



Linha do tempo
2008
O fundador é homenageado na capital mundial da cachaça, na abertura da festa mundial, diante de mais de quinze mil convidados.
Alambique
A decisão de nunca engarrafar cabeça nem cauda. O que sobra vira combustível. O que resta é nobreza.
Madeira
Carvalho, castanheira, bálsamo e jequitibá. A linha Madeiras, para quem já não bebe cachaça — bebe tempo.
Intisica
Intisicar, no vocabulário açoriano do litoral, é chamar a atenção. Cerâmicas, ouro e prata — presente, degustação, coleção.
Lendas
A bruxa e o ermitão do sul da ilha. Cachaça de seis anos e licor fino de figo, em vidro e em cerâmica.
O processo

Cana escolhida, destilação mineira em cobre antizinabre. Só o coração segue — cerca de 30% da corrida (cabeça e cauda) vira etanol da frota.

Carvalho da Europa e dos EUA, jequitibá, bálsamo e castanheira do norte do Brasil. Químico permanente, mestre alambiqueiro, blends no laboratório.

Mais de um milhão de metros quadrados, 3.500 m² construídos. Duzentos e cinquenta mil litros por ano, sob o rito do MAPA.


Produzir cachaça sem devastar o sítio. Desenvolvimento sustentável como gratidão, não como slogan.
Cabeça e cauda viram combustível da frota. O que seria desperdício volta ao ciclo.
Vinhaça e água servida passam por tratamento e análise antes de retornar aos mananciais.
Levar até você uma cachaça de excelência sem causar danos ao planeta que a tornou possível.

"E você achando que o bom de Blumenau era o chopp."